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Quer criar um plano de mídia perfeito, mas não sabe por onde começar? Saiba o que é, sua importância e como fazer em 12 passos!

Seja no digital ou não, divulgar e fazer campanhas de marketing bem sucedidas não é fácil. A concorrência é sempre grande e, com a internet, novas mídias surgiram como meios importantes de comunicação entre marcas e consumidores.

Mas entre redes sociais, sites, revistas, tv, e outras, como descobrir qual ou quais mídias podem realmente ser benéficas para o seu negócio? Como você vai ler neste artigo, as respostas para essas e outras perguntas você vai tirar de aspectos como mercado e público-alvo da sua empresa.

E para registrar todas essas informações, nada melhor do que documentá-las em um plano de mídia exclusivo para a sua empresa, ou melhor, feito e pensado para o seu produto ou serviço.

Quer fazer o plano de mídia da sua empresa? Preparamos 12 passos para você seguir e mais algumas informações essenciais sobre o assunto!

O que você vai ler sobre plano de mídia:

O que é plano de mídia e qual seu objetivo?

Ter tantas plataformas, meios e recursos para as marcas se comunicarem com os seus consumidores é com certeza vantajoso, mas também é bastante desafiador para as equipes de marketing, já que o esforço precisa ser redobrado na hora de escolher o canal, o período e o meio para alcançar o público-alvo.

O plano ou planejamento de mídia é um processo para definir os canais, a programação e os formatos pelas quais o conteúdo de mídia será veiculado, buscando atingir resultados mais promissores em termos de engajamento com consumidores e seguidores e o retorno sobre o investimento (ROI) da empresa.

Ao fazer um plano de mídia, procura-se estruturar as estratégias e ações de marketing da empresa. Por exemplo, quando elaborar uma campanha de marketing digital, o que vai dar as diretrizes para tipos de comunicação e canais de veiculação da mensagem, será o plano de mídia.

Ou seja, o objetivo de fazer esse planejamento é garantir que os materiais publicitários atinjam as pessoas certas, na hora e nos canais certos. Assim, as chances de ter resultados favoráveis aumentam consideravelmente.

Qual a importância do plano de mídia?

Qual a importância de qualquer planejamento? Organizar as informações, traçar objetivos, entender necessidades, estabelecer possibilidades. Com o planejamento de mídia é a mesma situação.

Fazer um plano de mídia é importante, pois é por meio dele que as informações relevantes para execução da campanha ficarão centralizadas e documentadas.

Com o plano em mãos, a equipe de marketing consegue usar tempo e dinheiro de forma mais inteligente, focando nos canais que realmente importam para a campanha.

Isso significa que, mais que economizar, o plano de mídia é importante para garantir que o valor investido esteja sendo empregado adequadamente. Isso também vale para a equipe de marketing, que vai dedicar suas energias com ações coerentes com as informações que o plano oferece.

Faça seu plano de mídia em 12 passos

Até aqui, explicamos o que é o plano de mídia e sua importância para as estratégias de comunicação da sua empresa. Chegou o momento então de responder a seguinte pergunta: como fazer um plano de mídia?

Apesar de existirem alguns modelos prontos para a sua elaboração, vale lembrar que é importante que o plano seja feito exclusivamente para a sua empresa, já que cada negócio, produtos e serviços, possuem suas particularidades.

Para ajudar você a criar o seu próprio plano de mídia, siga a nosso passo a passo:

1. Análise de Mercado

Avaliar somente os indicadores internos de uma empresa nunca é suficiente. Também é necessário avaliar continuamente o market share ou a participação de mercado da sua empresa no meio em que ela atua com relação às suas concorrentes.

Ao fazer uma análise de mercado, é possível identificar as fragilidades da empresa, bem como também oportunidades que possam agregar para a realização de suas metas.

Comece seu plano de mídia analisando esses aspectos. Ao se antecipar em entender os pontos de atenção do mercado e o nível da participação dos seus produtos ou serviços nele, fica mais fácil desenvolver estratégias e soluções que mirem nesses problemas.

2. Avaliação de Concorrência

Aproveitando que a análise do mercado foi feita, procure entender também como os seus concorrentes atuam nele.

Quando você consegue identificar o posicionamento, as estratégias de marketing e os sucessos e insucessos das campanhas da sua concorrência, essas informações tornam-se referências para a suas próprias estratégias e planos de ação.

Entender o que os seus concorrentes fazem certo e errado acaba ajudando a descobrir brechas que você pode explorar, e assim desenvolver planos de mídia mais eficazes.

3. Definição de Público-alvo

Foi-se o tempo em que o marketing não dava a devida atenção a experiência do consumidor, focando em distribuir sua mensagem de forma unilateral e com pouco envolvimento com o público.

Mesmo em mídias offline (como tv, rádio e outdoors), com a tecnologia atual é possível definir com mais precisão o público-alvo de um negócio.

Dados como, idade, gênero, profissão, desejos e costumes pessoais, localização geográfica e poder aquisitivo auxiliam na formação da persona da sua empresa, que é uma personificação fictícia do seu público-alvo.

Ter uma compreensão profunda da sua persona auxilia, entre outras coisas, a identificar os canais pelos quais você deve focar em seu plano de mídia.

4. Escolha das mídias

Agora que você já conhece melhor seu público-alvo, pode começar a rastrear onde ele está presente, seja nas mídias off-line, seja nas online.

Essa informação vale ouro, pois é ela quem determinará em quais mídias você deverá dedicar seus esforços.

Como você vai ler mais abaixo neste artigo, existem vários tipos de mídias que sua marca pode estar presente. Mas se engana quem pensa que estar em todas elas é eficaz. Eficaz é estar onde o seu público está.

5. Cronograma de Mídia

Ter um cronograma facilita na organização do plano de mídia como um todo, pois ajuda a delimitar o espaço de tempo em que as ações precisam ser realizadas. Sem contar, que é essencial para o controle do orçamento.

Procure elaborar um cronograma que inclua os meios que serão utilizados, os conteúdos que serão divulgados em cada um deles e o período de tempo, incluindo datas e horários de distribuição dos materiais.

6. Locais de Veiculação

Onde está o seu público-alvo, geograficamente falando? Ter essa informação ajuda a estabelecer os locais em que suas ações devem ser destinadas, aumentando as possibilidades de sucesso e evitando custos desnecessários.

É praticamente o mesmo motivo que mencionamos no passo sobre escolher as mídias: se o seu público-alvo não estiver na área em que o seu produto ou serviço faz sentido, investir ali pode ser improdutivo.

7. Gestão da Marca

Também conhecido como Branding, a gestão de marca vai além de um logotipo e dos elementos visuais que caracterizam a marca.

Como já comentamos em outros posts aqui no blog, os consumidores estão cada vez mais exigentes. E quando falamos em exigência, não se trata apenas da qualidade do produto ou serviço oferecido, mas do posicionamento da marca em diferentes aspectos que circulam a nossa sociedade.

Por isso, independentemente do porte da sua empresa, inclua o Branding em seu plano de mídia. Através dele, poderá definir os valores da sua empresa e o tom de voz dela na comunicação com o seu público-alvo.

Como uma agência de marketing digital especialista em Branding, a Tupiniquim garante que uma boa gestão de marca pode fazer toda a diferença para o sucesso do seu negócio.

8. Definição de Orçamento

Definir um orçamento parece até algo ruim. Como uma barreira que impede e limita a criatividade. Mas na verdade, acaba sendo o contrário.

Quando se tem certeza do teto de gastos que se pode atingir com as campanhas, há um empenho muito maior em trabalhar com os recursos disponíveis e usá-los ao máximo e com sabedoria. Essa situação acaba incentivando a inovação e a busca por soluções criativas.

É pela definição do orçamento também que você poderá determinar em quais mídias pagas poderá investir e em por quanto tempo elas poderão rodar nos canais escolhidos.

9. Estabelecimento de Objetivos

Imagine que você vai participar de uma maratona. Você sabe onde é o ponto de partida, mas não faz ideia de onde está o ponto de chegada. Muito provavelmente, irá correr por um bom tempo, gastando fôlego e energia, para chegar a lugar nenhum.

Metáforas à parte, sem um ponto de chegada, ou seja, um objetivo claro, seu plano de mídia nunca estará completo. Pois ele serve para nortear grande parte do planejamento de mídia, desde as escolhas dos canais, até o tipo de conteúdo que será veiculado.

Alguns exemplos de objetivos (com escopos mais amplos) seriam:

  • Estreitar o relacionamento com o público-alvo, incentivando maior engajamento;
  • Aumentar o alcance da sua marca, fazendo com que mais pessoas descubram o que ela oferece;
  • Fortalecer a marca, mantendo-a sempre presente na vida de atuais e possíveis consumidores.

10. Utilização de Mídias Pagas

Fazer um plano de mídia pode ou não envolver o uso de mídias pagas. O que vai definir a utilização delas será o orçamento definido no plano e os seus objetivos.

O plano de mídia, por si só, já engloba a criação de conteúdo e material publicitário. Esses materiais podem ser divulgados nas mídias que você já possui (como blogs, redes sociais e sites) ou em mídias compradas, que é o caso do Google Ads e o YouTube Ads, por exemplo.

Dependendo da campanha que você quer rodar e da velocidade dos resultados que quer atingir, as mídias pagas devem ser consideradas, caso estejam alinhadas com o seu orçamento.

11. Criação de conteúdo

Como criar conteúdos que possam transmitir a mensagem que sua empresa quer passar? Aqui é o momento de utilizar os dados coletados sobre o mercado, sobre a concorrência e, acima de tudo, sobre o seu público-alvo.

Para criar o material que será divulgado na execução do seu plano de mídia, inspire-se nesses dados para desenvolver um conteúdo que faça sentido e que seja relevante para quem irá consumi-lo.

A Tupiniquim, por exemplo, é uma agência de marketing digital que, através de seu blog, traz conteúdos relevantes da área para todos e todas que desejam se aprofundar mais no assunto.

12. Definição de KPIs

Para concluir o seu plano de mídia, lembre-se de incluir os indicadores que devem ser avaliados para medir os resultados das suas ações publicitárias e de marketing.

Os KPIs, do inglês Key Performance Indicators, conhecidos no português como Indicadores-Chave de Desempenho são usados em conjunto com os objetivos do plano de mídia, da empresa ou das campanhas, como formas de mensurar os resultados obtidos com as ações realizadas. Ou seja, são indicadores importantes para mostrar o que está dando certo e o que está dando errado.

Escolher quais KPIs devem ser considerados vai depender exclusivamente dos seus objetivos e das mídias escolhidas em sua estratégia. Abaixo, listamos alguns exemplos:

  • Blogs: número de visitas na home, tráfego orgânico, fonte do tráfego, número médio de visualizações por postagem, média de comentários por postagem, compartilhamentos;
  • Sites e e-commerce: taxa de conversão, taxa de abandono de carrinho, taxa de aprovação dos pedidos, número de visitas, número de vendas, taxa de rejeição;
  • Mídias pagas: número de impressões, taxa de cliques (CTR), custo por aquisição (CPA), custo por clique (CPC), conversões;
  • Redes sociais: número de curtidas, seguidores, taxa de engajamento, interações, compartilhamentos, visualizações, alcance, número de cliques, entre outros.

Uma dica extra: na hora de escolher os seus KPIs, lembre-se de que, mais que tudo, eles devem ser indicadores que mostram reais oportunidades de negócios.

Por exemplo, um perfil no Instagram com muitos seguidores pode ser visualmente impactante. Mas se a maioria desses seguidores não estiverem engajados ativamente com a marca, não passarão de números.

No caso desse exemplo, para ser considerado um bom KPI, o número de seguidores deve ser conquistado aos poucos, por meio de um intenso trabalho de Inbound Marketing e marketing de conteúdo.

E agora que você já sabe como fazer o seu plano de mídia, vamos nos aprofundar um pouco sobre os tipos de mídias e como escolher as ideias para o seu plano.

Como escolher as mídias ideais?

Todo negócio precisa de divulgação. As mídias são os locais em que você irá divulgar e passar a mensagem da sua empresa, produto ou serviço.

A escolha das mídias para o seu plano deve preceder a preparação do conteúdo que será distribuído nelas. Isso porque, apesar de terem semelhanças, cada mídia é um ambiente específico, com público e linguagens próprias.

Então, ao escolher suas mídias, procure não somente confirmar a presença do público-alvo por lá, mas também identificar como a comunicação acontece nesse ambiente. Compreender como funciona cada mídia é o primeiro passo para usá-las com eficiência.

As mídias podem ser online e offline, e vamos esclarecer melhor suas diferenças a seguir.

Tipos de mídias – Offline

Como você deve imaginar, as mídias offline são todos aqueles ambientes que estão fora do meio digital, não dependo de internet para atingir o público. São consideradas mídias “tradicionais”, justamente por serem o primeiro meio de divulgação existente.

Alguns exemplos mais comuns seriam:

  • Revista
  • Jornal
  • TV aberta e paga
  • Outdoors e outros espaços externos
  • Rádio

Tipos de mídias – Online

Não há como negar a “transformação digital” que estamos vivendo. A tecnologia se expande cada vez mais, e as mídias online, que vieram para ficar, se fortalecem e se transformam de forma contínua.

Em nossas postagens aqui no blog, estamos sempre reforçando a importância das empresas garantirem sua presença digital, pois o número de pessoas conectadas no Brasil e no mundo não para de subir.

Veja os exemplos das principais mídias online:

Não existe opção melhor ou pior. Todos os tipos de mídia podem e devem ser considerados, desde que façam sentido para o seu plano de mídia e suas estratégias de marketing.

Comece a fazer seu plano de mídia

E chegamos no momento de sair um pouco da teoria e focar na prática. Afinal, nenhum negócio sobrevive sem organização e estruturação de estratégias.

Mas deixar as ideias soltas no ar nunca é recomendado. Sem contar que, com tantas opções de meios para comunicação, saber em quais direcionar seus esforços pode ser o fator decisivo para o seu sucesso. É por isso que incentivamos que você crie seu plano de mídia.

Os modelos prontos podem ser úteis, mas mantenha em mente que é necessário que seu plano de mídia esteja de acordo com as necessidades da sua empresa e do produto ou serviço que ela tem a oferecer.

Fique à vontade para usar os 12 passos que apresentamos neste artigo para criar o seu próprio plano de mídia.

Caso precise de ajuda especializada, fale com a gente! A Tupiniquim é uma agência de marketing digital com mais de 10 anos de experiência e que pode fazer toda a diferença para o sucesso do seu negócio!

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Dúvidas Frequentes

O que é plano de mídia?

O plano ou planejamento de mídia é um processo para definir os canais, a programação e os formatos pelas quais o conteúdo de mídia será veiculado, buscando atingir resultados mais promissores em termos de engajamento com  seguidores e o retorno sobre o investimento (ROI) da empresa.

Qual o objetivo do planejamento de mídia?

O objetivo de fazer o planejamento de mídia é garantir que os materiais publicitários atinjam as pessoas certas, na hora e no canal certos. Assim, as chances de ter resultados favoráveis aumentam consideravelmente.

Qual a importância do planejamento de mídia?

Fazer um plano de mídia é importante, pois é por meio dele que as informações relevantes para execução da campanha ficarão centralizadas e documentadas. A equipe de marketing conseguirá usar tempo e dinheiro de forma mais inteligente, focando nos canais que realmente importam para a campanha.

Como fazer plano de mídia?

Para fazer um plano de mídia eficaz, alguns passos são: analise o mercado e a concorrência, pesquise seu público-alvo e desenvolva a persona, escolha as mídias adequadas para sua estratégia, elabore um cronograma, defina região de veiculação, conteúdos e indicadores de desempenho.

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